sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Blog Paralelo de um dos Autores
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Questionário dos Blogs - Fomos marcados!
Se você gostou do blog, inscreva por e-mail e no blog para receber as novas atualizações e curta nossa página no Facebook. Todas essas opções se encontram na barra lateral do blog e abaixo da postagem. Para melhorar a qualidade de nossas postagens avalie o conteúdo aqui embaixo. É rapidinho! Lembre-se que todo tipo de comentário que respeitar as regras é bem vindo.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Seção de Problemas - 8ª Edição
3 - Dada uma sequência
4 - (Simulado POTI) Existe
5 - Prove que existem infinitos n naturais tais que a equação
6 - Ache todos os n tais que
Combinatória
2 - (IMO) Em um triângulo ABC, a bissetriz do ângulo BCA intersecta o círculo circunscrito do triângulo ABC novamente no ponto R, a mediatriz de BC em P, a mediatriz de AC em Q. O ponto médio de BC é K e o ponto médio de AC é L. Prove que os triângulos RPK e RQL têm a mesma área.
3 - Seja P um ponto no interior do triângulo ABC, e sejam D,E,F os simétricos de P em relação aos lados BC,AC,AB, respectivamente. Qual a maior área, do triângulo ABC ou do triângulo DEF?
4 - Sejam A,B,C tais que
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Erdős e O Livro.
![]() |
| O Fantástico (e excêntrico) Matemático, que falava que dar aula de matemática era "pregar". |
A seguir, trazemos um exemplo de problema contido no livro "Proofs from THE BOOK". Este é uma prova relativamente simples da irracionalidade de e - base dos logaritmos naturais.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Resolvendo Equações de Grau Menor que 5
Hoje achei este arquivo perdido em meu computador. Se trata de um projeto antigo sobre escrever sobre fórmulas para resolução de equações de grau menor ou igual a 5, de quase dois anos atrás. Assim, vamos analisar todos os principais casos de equações, até os realmente triviais. Não deixaremos exercícios, pois isto é apenas um post para os curiosos que desejam saber uma fórmula para a equação de terceiro/quarto grau. Comecemos pela
Demonstração 1: Demonstração da fórmula de resolução da equação do primeiro grau
Esse é o caso mais fácil de se deduzir: temos
Embora tenha sido um exemplo um tanto quanto rápido, a dificuldade tende a aumentar junto com o grau da equação. Portanto, continuemos:
Demonstração 2: Demonstração da fórmula de resolução da equação do segundo grau
Temos a seguinte equação do segundo grau:
Efetuando
, com o produto notável, temos
Efetuando a substituição em z, temos
Refazendo
, recuperamos a fórmula
Que é a famosa fórmula quadrática (também chamada, erroneamente, de fórmula de Bháskara. Bháskara, na verdade, contribuiu para a matemática sim, mas as equações do segundo grau já eram bem conhecidas em sua época). ■
Agora começarão os métodos não convencionais e criativos para obter as fórmulas. Sugerimos ao leitor que realmente está interessado que preste muita atenção, alguns detalhes se mostram muito técnicos.
Demonstração 3: Demonstração da fórmula de resolução da equação do terceiro grau
Tomemos a seguinte equação do terceiro grau:
Efetuando a substituição
, com o produto notável, temos
Com
e com
, resultamos em uma equação da forma
Agora, se pudermos colocar
, para quaisquer valores de u e v, então temos
Agora, vamos buscar uma maneira de zerar, em função de u + v, a equação. Uma maneira é fazer
Mas, como (u+v) = x , temos
Daí tiramos que
Como o sistema é simétrico em A,B, então podemos arbitrá-las:
Que é a fórmula de Cardano-Tartaglia. É claro que existe uma forma de fazer esta equação ainda mais relacionada com a original, porém é resultado de modificações algébricas muito entediantes e cansativas. Além do mais, o cálculo de p e q não é difícil: é só substituir os valores originais na equação. ■
Demonstração 4: Demonstração da fórmula de resolução da equação quártica
Tomemos a seguinte equação quártica:
Dividindo por
(como sempre, para gerar uma equação mônica), temos
Fazendo
, obteremos (as contas são suficientemente exaustivas para omiti-las daqui, porém recomendamos que o leitor as faça para treinar) um polinômio da forma
Agora, pretendemos obter uma equação da forma
Que ficará fácil de resolver pela fórmula quadrática. Primeiro, tem alguns passos a seguir:
Como queremos que o segundo membro seja um quadrado perfeito, vamos adicionar um número qualquer k a ambos os lados, de modo que o membro da esquerda continue um quadrado perfeito, e o da direita vire um quadrado perfeito. Temos, então
Agora, para o membro da direita ser um quadrado perfeito, então o Delta (discriminante da equação do segundo grau do membro à direita, quando analisamos na fórmula quadrática) tem de ser zero.
Esse discriminante é
Então, para achar o número que satisfaça o requisito do membro à direita ser um quadrado perfeito, devemos resolver a equação acima. Pela fórmula de Cardano-Tartaglia para cúbicas, temos (pelo menos) uma solução real para tal equação de terceiro grau em k. Podemos também utilizarmo-nos do truque da demonstração anterior para reduzir ao nosso caso estudado, e daí achamos k. Temos, com
A equação
Que é o desejado. Reparem agora que não demos uma fórmula explícita para z: é quase impossível fazer tanta conta! Reparem que daríamos k em sua forma de resolução de cúbica, o que ainda demandaria modificações e, além disso, este apareceria em um radical. Logo após, apareceria este radical dentro de mais um radical, o que é suficientemente cansativo para não fazermos, porém o leitor que anseia por respostas teve suas perguntas quase totalmente respondidas. ■
Referências Bibliográficas:
- Inspirado em artigos avulsos lidos pela internet, porém as demonstrações foram todas desenvolvidas pelo autor.
Avalie o post aqui embaixo, é rápido! Alguma correção, dúvida, elogio, questão ou comentário, poste aqui. O seu comentário é muito bem vindo.


